América Central
The identity of the nation
O Iraque ocupa o coração da antiga Mesopotâmia, a terra entre os rios Tigre e Eufrates onde floresceram Suméria, Babilônia e Assíria, algumas das primeiras civilizações da humanidade. É também terra de raízes bíblicas profundas: a tradição liga essa região a Abraão, partido de Ur dos caldeus, e ao cativeiro da Babilônia. Hoje o país abriga cerca de 46 milhões de pessoas, com Bagdá como capital e maior cidade.
A população é majoritariamente árabe, com uma grande minoria curda concentrada no norte, além de turcomanos, assírios, yazidis e outros povos. O árabe e o curdo são as línguas oficiais; siríaco e turcomano são reconhecidos onde há falantes. O islã é a fé dominante, dividido entre xiitas, maioria no centro e no sul, e sunitas, fortes no centro-norte e entre os curdos.
O Iraque é um dos berços do cristianismo no Oriente. Comunidades caldeias, assírias e siríacas mantêm liturgias antigas e, em algumas aldeias, ainda se ora em aramaico, língua próxima da que Jesus falava. Essas igrejas, porém, encolheram drasticamente: de cerca de 1,5 milhão de cristãos em 2003 para menos de 200 mil hoje, após décadas de guerra, êxodo e, sobretudo, a violência do Estado Islâmico contra os cristãos da Planície de Nínive em 2014.
A nação carrega ao mesmo tempo riqueza e ferida. Possui as quintas maiores reservas de petróleo do mundo, mas convive com instabilidade política, corrupção, desemprego e os traumas de sucessivos conflitos. A juventude é enorme: boa parte da população tem menos de 25 anos e busca reconstruir vida e esperança.
No campo espiritual, o Iraque é majoritariamente formado por povos não alcançados: árabes, curdos, turcomanos e yazidis vivem com pouquíssimo acesso ao evangelho, e dezenas de línguas ainda não têm as Escrituras. As igrejas históricas resistem em meio à pressão, e há sinais de busca por Deus, sobretudo entre os deslocados pela guerra. É uma terra antiga que volta a clamar por restauração.
O Iraque situa-se no Oriente Médio, na antiga Mesopotâmia, atravessado pelos rios Tigre e Eufrates que correm das montanhas do norte ao Golfo Pérsico. O território combina montanhas curdas a nordeste, vastas planícies aluviais no centro, desertos a oeste e sul, e as marismas do sul, antigos pântanos onde viviam os árabes dos pântanos.
Carpa do Tigre aberta, temperada e assada lentamente na brasa, prato nacional do Iraque.
Folhas de uva e legumes recheados com arroz, carne e ervas, herança partilhada com toda a região.
Bolinhos de trigo (bulgur) recheados com carne moída e especiarias, fritos ou cozidos.
Arroz aromático com carne, castanhas e passas, equilibrando temperos e doçura.
Pão achatado embebido em caldo encorpado de cordeiro ou frango, comida reconfortante.
Culture and spirituality
2a · The culture
Receber e alimentar o visitante é honra; recusar comida pode soar como desfeita.
Laços de parentesco e clã orientam a vida social e as decisões importantes.
O islã molda o calendário, a alimentação e os ritmos do dia para a maioria.
Iraquianos têm orgulho de viver na terra das primeiras civilizações e da poesia árabe.
Árabes, curdos, turcomanos, assírios e yazidis convivem com identidades e línguas próprias.
Décadas de guerra deixaram marcas profundas e um forte desejo de paz e reconstrução.
2b · The field
Areas of spiritual battle and cultural captivity to cover in prayer. Tap each point to understand:
A fé muçulmana define pertencimento social, e converter-se é visto como traição à família e ao povo.
Tensões entre os ramos do islã alimentam desconfiança e conflito.
Grupos armados e extremismo deixaram um rastro de medo e instabilidade.
Comunidades antigas se esvaziaram pela perseguição e pela emigração.
A riqueza do petróleo escoa em desvios, minando a confiança nas instituições.
Décadas de conflito feriram famílias inteiras e marcaram gerações.
A pressão por preservar a honra da família dificulta escolhas pessoais de fé.
Yazidis, assírios e outros povos vivem ameaçados e esquecidos.
A economia presa ao óleo aprofunda desigualdade e fragilidade.
Desemprego e falta de horizonte empurram muitos jovens ao desânimo ou à emigração.
O Iraque figura entre os países onde é mais difícil viver como cristão. Embora o Estado Islâmico tenha sido derrotado territorialmente, suas cicatrizes permanecem: a tomada de Mossul e da Planície de Nínive em 2014 provocou um êxodo em massa de cristãos, yazidis e outras minorias, e muitos nunca puderam retornar com segurança.
A pressão sobre os cristãos vem de várias frentes. Milícias armadas controlam regiões historicamente cristãs, ocupam terras e dificultam o regresso das famílias. Convertidos do islã enfrentam rejeição da própria família e da comunidade, e raramente podem viver a fé abertamente. As igrejas históricas, caldeia, assíria e siríaca, resistem, mas encolheram drasticamente, de cerca de 1,5 milhão de fiéis em 2003 para menos de 200 mil hoje.
Apesar da fragilidade, a igreja iraquiana permanece como testemunho vivo em uma terra de raízes bíblicas antigas. Em meio à perda e ao deslocamento, há comunidades que perseveram, acolhem os feridos e mantêm acesa a oração por sua nação.
The persecution score runs from 0 to 100: the higher it is, the greater the pressure on Christians.
O Iraque é formado em grande parte por povos não alcançados. Árabes (a maioria, divididos entre xiitas e sunitas), curdos, turcomanos e yazidis vivem com pouquíssimo acesso ao evangelho, e dezenas de línguas ainda não têm as Escrituras. As comunidades cristãs históricas, caldeia, assíria e siríaca, sobreviveram por séculos, mas encolheram muito após guerras e perseguição. O campo é vasto: a maior parte da população nunca ouviu uma apresentação clara de Cristo em sua própria língua e cultura.
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Source: Joshua Project. Estimates, may vary.
Intercede for this nation
Every nation carries a redemptive purpose. Marks that seem woven into the identity God desires to restore:
Practical details for those who want to go
bem abaixo da média ocidental
Reference values (source: Numbeo). Confirm before traveling.
Not everyone goes, everyone takes part
Behind every worker among these peoples stands a network of people who pray without ceasing, care for the family left behind, and faithfully sustain the work. Sending is mission too.
Start with your church: introduce this nation, adopt it in ongoing prayer, and walk alongside those God is raising up to go.
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África Subsaariana
Ásia Oriental
Bálcãs
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